Na baía da Ilha Grande todavia encontramos muitas áreas ainda preservadas de Mata Atlântica. O desenvolvimento da região fez com que a pressão antrópica colocasse em risco a biodiversidade. Um dos fatores fundamentais é a maneira como se dá a interação entre homem e animal.
Quando o animal é visto como objeto e não compreendido como ser senciente (sente dor, medo, sofre), que está inserido em uma complexa teia de relações , é comum o homem ser responsável por desencadear ações de desequilíbrio. Neste sentido, disseminamos o pensamento de que animal não é coisa, de que seu bem-estar tem que ser garantido através da posse responsável e que assim contribuimos para a preservação da biodiversidade e a saúde ambiental como um todo (ex.: controle de zoonoses).


17 dezembro 2010


Atividade na Brigada Mirim da Ilha Grande




O PRENAMA esteve nos últimos dias 20e 21 de novembro no Abraão trabalhando no âmbito educacional. Desta vez o foco do trabalho esteve voltado às atividades com os jovens brigadistas, da Brigada Mirim da Ilha Grande (http://www.brigadamirim.org.br/).


O PRENAMA propõe oficinas de conscientização atravéz da narrativa. O tema central é a relação entre homens e animais. Estas atividades exercitam formas de expressão como a escrita, a imagen, o discurso, a arte, entre outros.


A atividade com esta moçada animada e muito esperta foi de altíssimo nível. Ao trabalhar com diversos textos que tratam do nosso tema central, porém com diferentes enfoques, interpretamos idéias, discutimos questões polêmicas, formamos opiniões e até chegamos a questionamentos filosóficos do tipo: “para quê vivemos?”.

O produto desta oficina foi um "tapete de idéias" criado pelo grupo. Este foi produzido de maneira coletiva, unindo as percepções e idéias individuais de todos integrantes do grupo acerca de todos os textos trabalhados.

Esta oficina tem como objetivo maior criar e desenvolver ferramentas de comunicação, de forma que idéias possam ser transmitidas. No caso dos jóvens da Brigada Mirim, este instrumental serve para levar o conhecimento adquirido durante o treinamento de brigadistas ao maior número de pessoas, beneficiando assim toda a comunidade.

12 setembro 2010

Diogo Váz - Fotos da ação

Mapa da Baía de Paraty



Entre o primeiro contato com os moradores do Saco do Fundão, até a realização da última cirurgia, se passaram dois meses. Com isto, realizamos a primeira etapa do trabalho, que consiste básicamente em conhecer a comunidade e controlar a reprodução dos animais domésticos na região, esterilizando cirúrgicamente os animais.



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Para ter acesso à região, é necessário chegar à Praia das Almas, cujo acesso só é possível a pé ou de Jeep, e depois pegar uma canoa ou voadeira. Nesta primeira visita à Dona Dalva, o Sr. Avel e a Dona Neda nos levaram em sua canoa e nos acompanharam até o local.







Ao chegar no Pontal do Fundão, pegamos uma trilha até a casa da Dona Dalva, em Diogo Váz, aonde ela tem 13 gatos.


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Conversando com a "Gateira" Dalva, nos informamos sobre sua realidade. Esta senhora vive no meio da mata, em uma casa de pau a pique (danificada por conta do desabamento parcial do telhado). Sua única companhia são seus gatos.
Ela também relatou como seus animais de companhia caçam pássaros, lagartos e outros bichinhos.


Passados alguns dias, os animais foram capturados com gatoeiras especiais e a equipe voltou ao local para realizar os procedimento cirúrgicos.



Dona Dalva acompanhou tudo bem de perto....


















E depois do trabalho nos convidou a saborear uma deliciosa comidinha preparada em seu fogão a lenha...









...voltamos ao local para informar-nos sobre o estado dos "pacientes" e esterilizar um macho que havia escapado da gatoeira.

Partimos com a sensação de haver cumprido a primeira etapa deste longo processo de troca de conhecimento com a comunidade do Saco do Fundão.

03 setembro 2010

Zoonoses - O ECO Ago'10

Zoonoses, doenças transmíssiveis pelos animais aos seres humanos.

A convivência entre animais e pessoas pode ser motivo de muitas alegrias. Mas devemos ter uma série de cuidados para que esta relação não se transforme em fonte de doenças.

As chamadas zoonoses, podem ser desde de uma simples sarna (escabiose), que apesar de causar muita coceira, é de fácil tratamento; a doenças de maior gravidade como a raiva, leishimaniose e febre maculosa que podem levar à morte.

As zoonoses são inúmeras com as mais diversas origens (etiologia ), manifestações (sinais clinicos), capacidade de causar sofrimento (morbidade e mortalidade) e potencial de transmissão (ocasionando endemias ,epidemias). Neste artigo nos deteremos de forma sucinta nas zoonozes mais comuns, relacionadas a cães e gatos.

Zoonoses causadas por ectoparasitas, como pulgas, sarna (sarcoptes scabiei) e carrapatos "quem nunca foi atacado pelas larvas do carrapato?", os famosos micuins. Nosso lindo cäozinho solto pelas mata ,pode ao final do dia trazer v'arios carrapatinhos de presente.

Podemos ser vítimas do desenvolvimento de larvas (estagios de desenvolvimento de um inseto) ,como a do berne .Na pele são depositados ovinhos desta mosca, que vão se desenvolvendo dentro dos nossos tecidos (pele ,musculos).Acumulo de fezes e sujeira,facilitam a vida das moscas.

Ainda as larvas (formas imaturas de vermes ) ,"dão aquela coceirinha" ,como o bicho geografico (larva migrans cutanea ) ou o bicho de pé (tunga penetrans).Outras causam lesoes em órgaos importantes (olho, pulmão) como a larva migrans visceral, ou cistos de tenias que se alojam no fígado e cérebro .Atençäo coco na areia 'e uma M... , pode causar sérios problemas.

Zoonoses muito perigosas !!!!

  • Raiva:

Agente etiologico (é o causador da doença), um virus (Rhabdo virus ), transmitido pela saliva de animal contaminado (cão, gato, morcego, rato, e diversos outros animais). Aquele cão solto pode te atacar. A vacina existe, mas são varias injeçöes muito doloridas.

  • Febre maculosa borreliose, doença de Lyme:

Doenças onde o agente de transmissão é o carrapato. Doença apresenta quadro febril e pode ser fatal.

  • Leptospirose:

Causado pela Leptospira sp, transmitido principalmente pela urina do rato, mas o cão também pode transmitir. Alimento pode ser contaminado na dispensa da casa ou a ração nas vasilhas durante a noite pode atrair o rato que urina na comida. Leptospirose mata.

  • Leishimaniose cutanea e visceral.

Onde agente etiologico é um protozoário do gênero Leishimania. A doença cutânea se caracteriza por ferida de difícil cicatrização . A forma visceral da doença atinge orgãos como figado ,rins e linfonodos. Mosquito transmite a doença pela picada.

  • Toxoplasmose:

Preocupante para grávidas e pessoas imunodeprimidas, pode ser transmitida pela carne crua e eventualmente por fezes de gatos .Gatinho fazendo cocô no jardim ou na areia do parquinho das crianças pode ser um perigo!

Esta pequena introdução ao tema Zoonoses, mostra que estas doenças representam grande desafio tanto para diagnóstico, quanto para controle epidemiológico. A participação conjunta do poder público, entidades civis organizadas, comunidade e o cidadão, é fundamental para encontrar mecanismos de combate, controle e erradicação das Zoonoses .

Vacinação efetiva contra doenças onde esta medida é cabível: ex.:raiva, leptospirose.

Medidas de controle da população animal (castração, adoção de animais abandonados, desestímulo a criação e comercialização de cães e gatos) devem ser adotados como politícas públicas.

A educação da sociedade para adoção de conceitos como:

  • Posse Responsável .

  • Bem Estar Animal .

  • Importância da relação homen-animal-meio ambiente.

  • Cão e Gato longe da mato.

Os conceitos acima elencados são pressupostos básicos para realização de trabalho efetivo de combate às zoonoses.

Posse Responsável e Bem Estar Animal devem estar sempre conectados à Preservação Ambiental.

O tema zoonoses muito amplo e complexo, procuraremos esclarecer nos próximos artigos detalhadamente algumas delas.


por: Méd. Veterinário Milson Sousa Jr.

08 julho 2010

Ação - Gatos Espantados

O que vem a ser um gato espantado?
Na "gíria" caiçara, gato espantado é aquele que não corresponde às expectativas dos amantes de gatos: ao invés de ser dengoso, vir no colo, pedir carinho, esta categoria de bichinhos vive no mato e só quer saber do seu dono na hora do rango. Eles são mais precisamente, gatos semi-domiciliados ou semi-ferais. Quando gatos domésticas são levados para áreas de mata, suas próximas gerações normalmente apresentam este comportamento. As ninhadas costumam nascer no meio do mato e os que vingam tem o instinto de "se virar" para sobreviver. Então além de buscar comida na casa do "gateiro" ou da "gateira", eles também exercem seu instinto de caça naquele habitat que originalmente não é deles. Eles gostam muito de passarinhos, lagartos, minhocoçús, pererequinhas e outras especiarias. Dependendo do caso estes adoráveis animaizinhos podem estar contribuindo para a extinção de espécies importantes no ecossistema de nossas matas.
Os gatos espantados, como diz o nome, se sentem ameaçados pelo ser humano e evita ao máximo o contato com ele. Isto dificulta consideravelmente qualquer tentativa de solucionar ou até mesmo controlar o problema.
A solução ideal para esta questão é capturá-los, castrá-los e encaminhá-los para adoção em outra localidade - fora das áreas protegidas. Infelizmente esta ação não é tão fácil como num primeiro momento pode parecer. Começando por capturá-los: Pegá-los com as mão...nem pensar! Os gatos semi-ferais são, como já diz o nome, verdadeiras feras. Eles não se aproximam de seres humanos e nem se submetem voluntariamente a entrar em uma gaiola. Se eles não forem alimentados durante um tempo, eles irão caçar na mata, o que tornará qualquer tipo de isca que se coloque nas gaiolas, ineficiente.
Caso você tenha conseguido vencer o primeiro obstáculo e realmente tenha conseguido capturar um exemplar, segue a dificuldade: como anestesiar um felino semi-feral, que está enfurecido com o fato de estar preso??? Se você não dispor de equipamento específico como uma gaiola de contenção, o desafio é grande e perigoso.
Supondo que a "fera" tenha sido castrada, resta encontrar uma família que esteja disposta a receber este adorável bichinho em sua residência..boa sorte!
A "Ação Gatos Espantados", que atualmente está sendo realizada em Diogo Váz (pertinho do Saco do Fundão - costeira de Paraty), aborda justamente estas questões. Lá existe um foco de 15 gatos, que pode ser facilmente controlado. As ninhadas deles não "vingam" mais, já que eles vem cruzando entre si ha umas 3 décadas. O fato do foco não estar aumentando, se deve à sorte, que até hoje não apareceram outros gatos por lá - bastaria um único "gem novo", para que as ninhadas se fortalecessem e a reprodução deles fosse galopante. Portanto, a idéia é castrar estes 15 gatos, conscientizar a comunidade local de não levar mais animais domésticos para lá e esperar que o foco se extingua naturalmente.

A equipe do PRENAMA que, ha algum tempo tem se dedicado ao assunto, felizmente está recebendo forte apoio de seus parceiros. Desde equipamento adequado até mão-de-obra especializada.
Para possibilitar o acesso à área e o transporte do equipamento, a Ana da Gatolândia (www.gatolandia.com.br) colocou seu Jeep à disposição. O pessoal do Rancho dos Gnomos em Cotia, mandou umas gaiolas de contenção e "gatoeiras" para facilitar a captura e os procedimentos cirúrgicos nos animais, além de colocar à disposição um biólogo, que conta com uma vasta experiência no manejo de felinos. Ele está acampando na praia do Pontal do Fundão e assim que a captura dos gatos estiver concluída, a equipe do PRENAMA se deslocará para lá com seu centro cirúrgico de campanha, para realizar as esterilizações das ferinhas. Após esta ação, só falta encontrar novos donos para estes gatos - caso você tenha alguma boa idéia, será bem vinda!!!



19 maio 2010

Matéria O ECO Maio 2010

O BICHO TÁ PEGANDO
..tá pegando passarinho,
...tá pegando lagrtixa,
...tá pegando perereca!
E quando não tiver mais passarinho,lagartixa ou perereca, aí é que o bicho vai pegar MESMO. Será que o bicho humano não se toca???
Temos encontrado em áreas de proteção ambiental matilhas de cachorros e colônias de gatos ferais (gatos não domiciliados que vivem de forma selvagem, caçando para sobreviver).
O lugar destes animais, claramente, não é nas nossas matas, mas eles acabam parando lá por vários motivos. O principal deles, é o próprio ser humano, que não percebe as consequências de seus atos.
Animais domésticos abandonados acabam competindo instintivamente com os predadores locais para sobreviver. Eles caçam e exterminam a fauna, causando um desequilíbrio ecológico e ameaçando espécies nativas. Existem também os animais domésticos que não foram abandonados no sentido clássico, são aqueles que não são mantidos presos nos jardins e quintais de suas casas, surtindo o mesmo efeito indesejado nas suas andanças.
Outro grave problema que este tipo de atitude irresponsável acarreta é a transmissão de doenças ao ser humano e também às espécies nativas. Se transformando em um problema de saúde pública, não vão faltar prpostas duvidosas para solucionar o problema. Chegando neste ponto a população exije uma soluçã por parte do poder público, mas ao mesmo tempo fica indignada com medidas de recolhimento dos animais por uma carrocinha para levá-los às universidades para „fins de estudo“.
É, parece que estamos num mato com cachorro demais, certo?
Só com atitudes de responsabilidade de cada um de nós, poderemos privar os pobres animaizinhos de seu destino cruel, zelar pelo nosso meio ambiente e pela nossa saúde – não é que o que, o que nos diferencia do restante do mundo animal é a capacidade de pensar, desenvolver raciocínios lógicos, planejar e agir? Então, caro amigo, peço atençao para o segunte:
bicho de estimação não é como bichinho de pelúcia: ele vive de 13 a 20 anos, gasta mensalmente no mínimo R$ 90 (se for de pequeno porte!) e requer tempo e dedicação;
antes de comprar lacinhos, mandar pintar as unhas do seu cão ou gastar com banhos inúteis em Pet Shops, pense em vaciná-lo, comprar alimentação de boa qualidade, castrá-lo e providanciar a devida infra-estrutura para poder mantê-lo em casa, sem que ele se torne uma ameaça ao nosso meio-ambiente ou saia por aí se reproduzindo como praga ou disseminando doenças – mesmo que seja saudável!
Se você bobeou e sua cadela deu cria, VOCÊ é o responsável, sabia??? Não adianta afogar os filhotes no mar, jogar no terreno baldio ou empurrar o problema com a barriga arranjando um novo dono. Assim você só estará contribuindo para piorar a situação deles e de todos que vivem em seu entorno – inclusive a sua!
A questão em pauta é a „Posse Responsável“. Mesmo existindo programas de castração a baixo custo ou até grátis por parte do poder público, são poucos os que tem informação ou disposição para submeter seu „melhor amigo“ a este ato de amor. Tem muito machão por aí pensando que o cachorro vai virar „boiola“ depois da castração!? Aqui vai um recado: o dono continua machão e o cachorro agradece, já que após sua castração, a probabilidade de ele se machucar em brigas na disputa por fêmeas se reduz e ele vive mais feliz e seguro, sem deixar nenhum descendente.
A cada terceiro fim de semana por mês, a Ilha Grande pode contar com um serviço de esterilização a baixo custo. Com o apoio de vários voluntários e colaboradores, estas ações vem sendo realizadas nao só na Vila do Abraão, como também em outras localidades de mais difícil acesso. Para maiores informações, entre em contato com a redação do Jornal O Eco (3361-5094) ou diretamente com a equipe (24-9841.9621).

Verena Strauss
O ECO, Maio 2010

03 maio 2010

Exemplo de iniciativa e amor pelo meio ambiente

Aproveitando a visita da equipe do PRENAMA (Projeto de Proteção de Espécies Nativas da Mata Atlântica) à Ilha Grande, Andrea, a dona da Pusada „Tapera das Palmas“, marcou uma ação por lá. Ela é um expemplo daquelas pessoas que não só gosta muito de animais, mas também tem uma forte preucupação pelo meio em que vivemos. Inicialmente ela queria incluir seu cachorro no programa de castração, só que este infelizmente teve um problema de saúde muito sério e morreu dois dias antes da equipe chegar ao local. Andrea, que tem origem alemã e veio para Ilha ha três anos, não se deixou desmoralizar e mesmo assim organizou a ação e recebeu a equipe muitíssimo bem. Foram castrados vários animais, entre cães e gatos, mas a atuaçao da equipe do PRENAM não vai parar por aí. Estão planejadas outras visitas à região, para diminuir o crescimento populacional de animais domésticos na Praia das Palmas. Isto será alcançado a través de coscientização da comunidade em torno à questão e de muitas esterilizações dos animais que ja habitam este „portal para o paraíso“.

Devemos ressaltar a colaboração do pessoal das embarcações "N.Sra. de Fátima" e "Luar do Sul", que nos possibilitaram o deslocamento entre a Vila do Abraão e a Praia Grande das Palmas. Muito obrigada!

A próxima vinda à Ilha Grande está programada para os dias 13 e 14 de maio. Não deixem esterilizar seus animais domésticos (ou os dos vizinhos!). Sejam eles cães ou gatos, fêmeas ou machos – este é um gesto de amor pelos animais, respeito pela natureza e cuidado com a saúde pública. Informações na sede do Jornal O ECO (24-3361.5094), direto com a equipe (24-9841.9621) ou acesse o blog: www.PRENAMA.blogspot.com.

Verena Strauss
Publicado na edição de Abril do Jornal O Eco, Ilha Grande

20 março 2010

Matéria publicada no ECO Ilha Grande - março


Controle Racional de Animais Domésticos

Como vem acontecendo ha algum tempo, no terceiro fim de semana do mês de março a equipe do PRENAMA esteve novamente na Ilha Grande dando continuidade ao seu trabalho.
Devido à boa divulgação do projeto através jornal O ECO, desta vez o trabalho não só foi realizado na Vila do Abraão, como também no Saco do Céu. A moradora Jociane teve a brilhante iniciativa de organizar uma ação por aquelas bandas. Ela entrou em contato com a equipe (024-9841.9621), mobilizou a comunidade, organizou o espaço para serem realizadas as cirurgias de castração, orientou os donos e donas de animais como prepará-los e ainda auxiliou durante os procedimentos – PARABÉNS Jociane! Viu como não é nenhum “bicho de sete cabeças” contribuir para a saúde pública e ao mesmo tempo cuidar do nosso meio ambiente? São pessoas com este tipo de iniciativa que contribuem de uma forma muito positiva para melhorar o ambiente em que vivemos. Gaças à iniciativa da Jociane, vários cães e gatos foram castrados, entre outros uma gata que estava abandonada na comunidade e que “emendava” uma gravidez na outra, lotando a região de filhotinhos. Este foco foi controlado – OBRIGADA Jociane!
A intenção é continuar o trabalho iniciado na Vila do Abraão e no Saco do Céu e ampliar sua abrangência. Seja você também um(a) ativista ambiental, zelando pelo bem-estar animal e protegendo a biodiversidade deslumbrante que a natureza lhes oferece na Ilha Grande.
Entre em contato com a equipe 024-9841.9621 ou diretamente com o pessoal na sede do Jornal O ECO. A próxima ação se dará nos dias 16, 17 e 18 de abril.
Os custos para manter um animal são bastante elevados. Pense nisto antes de adquirir um bichinho de estimação ou permitir que este se reproduza. Não deixe de esterilizar o seu animal – seja macho ou fêmea – faça este favor ao animal e ao meio em que vivemos!
...e isto, só se o seu amigo não ficar doente, pois neste caso os custos são imprevisíveis!!!

Verena Strauss
Publicado na edição de Março 2010 do Jornal O ECO – Ilha Grande